Fala Chef

Chef Eva dos Santos conta como foi sua experiência no Morretes Chef.

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Chef Eva dos Santos conta como foi sua experiência no Morretes Chef.
Autor Eva dos Santos

O mês de setembro termina junto com a primeira edição do Morretes Chef, um evento que reuniu 10 chefs paranaenses renomados para criar menus com base em ingredientes nativos da região. A nossa querida chef foi uma das privilegiadas e, ao fim do evento, conseguimos fazer uma breve entrevista com a chef Eva dos Santos e extrair assuntos bem legais sobre o evento. Confira!

Qual a sua relação com Morretes? Como foi a primeira vez que esteve lá e o que acha da cidade?
Morretes tenho carinho muito especial! Quando vim para Curitiba, era em Morretes que passávamos os fins de semana descendo o Rio de boia. Mesmo no inverno. Quando fui a Morretes pela primeira vez, fiquei encantada com as montanhas tão próximo de mim! Nunca tinha visto! Parecia cidade cenográfica de novela. Um sonho só!

O que você identifica de diferencial na culinária e cozinha de lá frente aos outros locais que já esteve?
O diferencial é o barreado. Único! Nunca vi em nenhum outro lugar. E a farinha... Ah a farinha. Como farinheira que sou, amo demais. E também é única!

Quando você fecha os olhos e pensa em Morretes, o que vem à mente?
Pupunha, rio de boia, ponte de ferro, bala de banana, artesanato, gastronomia... Um colírio para os olhos.

Quais os pratos preferidos de Morretes? Morretes vai além do Barreado?
Barreado é o ator principal, sem dúvida, desde o processo de preparação, a técnica, o mito que tem nas variações de receitas. Há quem ama. Morretes tem muito potencial para ter outros pratos além. Mas acho difícil bater a tradição do barreado.

 

Quais suas melhores lembranças gastronômicas de Morretes?
Minhas lembranças são engraçadas. Na minha adolescência acampava muito lá! E aqueles perrengue. Fazia umas comidinhas pra galera: miojo com vina, miojo com seleta de legumes, miojo com sardinha. Aí, com o passar dos anos já consegui sentar e comer, nas margens do Nhundiaquara, um belo barreado com frutos do mar.

Como se sentiu ao ser convidada para participar do Morretes Chef?
Amei, adorei! Me senti honrada em trabalhar novamente com o Celso Freire, que é meu mestre. A energia boa de estar com todos meus amigos chefs, essa troca de conhecimento muito valorosa e a alegria de poder fazer algo pela essa cidade histórica e pelo meu estado.

Acredita que mais eventos como esse devem ser incentivados?
Já estou pensando no próximo. Já estou dando ideias para a curadoria, pois acho muito válido essa força. Juntos somos mais fortes.

Como foi para você participar do festival?
De grande riqueza tanto para os olhos, como para a boca e a alma. Top!

Qual foi sua inspiração para a criação dos pratos do festival?
A inspiração foi Morretes mesmo, os produtos de lá, o lugar, fiz cada detalhe pensando nesses fatores.


TAGS: #Morretes #Chef #Eva dos Santos #Gastronomia #Barreado #Restaurantes Victor

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